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Programa Mobilização para Autonomia2018-08-29T13:57:48+00:00

O Programa Mobilização para Autonomia (MOB) é uma iniciativa da Fundação FEAC que investe em soluções com o objetivo de assegurar a inclusão efetiva das pessoas com deficiência. Se dedica a romper barreiras para que as pessoas com deficiência possam participar da sociedade e exercer plenamente seus direitos.

As dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência são, muitas vezes, resultado da forma pela qual a sociedade lida com as limitações funcionais. Assim, na medida em que se avança em acessibilidade, tecnologia assistiva e postura da sociedade, as limitações passam a ser cada vez menos impeditivas. Em outras palavras, ao atuar na remoção destes obstáculos são criadas condições para mais autonomia e inclusão efetiva da pessoa com deficiência na sociedade.

O programa considera que autonomia é a capacidade do indivíduo lidar com sua rede de dependências, o que não significa ser independente. As redes de dependências que cercam o indivíduo são condições externas a ele. Portanto, o indivíduo autônomo é aquele que tem conhecimento, informação e condições de participar e, assim, interferir em sua rede de dependências.

Neste sentido é necessário tornar intrínseca a acessibilidade nos mais diversos projetos com objetivo de garantir que qualquer pessoa possa participar dos espaços, ter acesso às informações e se comunicar. Assim como incentivar o desenvolvimento e a disseminação de tecnologia assistiva que promove a funcionalidade por meio de recursos que criem condições para minimizar ou remover algumas barreiras. 

Outras barreiras, notadamente as atitudinais, precisam ser superadas a partir de mudanças na postura da sociedade relacionadas ao desconhecimento e preconceito. As barreiras atitudinais são especialmente desafiadoras uma vez que limitam os investimentos para a remoção das demais. Para fazer frente a estas barreiras o programa investe em campanhas de mobilização e sensibilização para a temática.

Este conjunto de esforços busca criar condições para que pessoas com deficiência tenham mais autonomia e, por consequência, maior qualidade de vida e participação social, ou seja inclusão efetiva.

Criado em 2015, o MOB iniciou seus trabalhos com um estudo no município de Campinas que resultou na publicação Panorama da Pessoa com Deficiência

O Panorama apontou desafios que determinaram os objetivos estratégicos do programa que foi ainda responsável pela organização da obra Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI Comentada, lançada em dezembro de 2016 e que se tornou referência sobre direitos da pessoa com deficiência.

Desde 1999, o tema inclusão da pessoa com deficiência já era pauta da Fundação FEAC com o Projeto Viva (Vida Independente para Viver o Amanhã). A iniciativa aglutinou diferentes atores sociais para promover a inclusão dessas pessoas com foco na autonomia. Além disso, investiu no processo de sensibilização sobre a temática da inclusão profissional e educacional, de acordo com o conceito e parâmetros da época.

Aumentar a empregabilidade da pessoa com deficiência, por meio do acesso ao mercado de trabalho formal, em igualdade de oportunidades, garantindo sua inclusão social e econômica

  • Promover oportunidades profissionais para pessoas com deficiência para além da política de cotas, como meio de valorização pessoal, reconhecimento e autonomia;
  • Repensar as estratégias dos esforços de formação para a inclusão profissional de pessoas com deficiência, visando qualificação e desenvolvimento de aptidões e capacidades alinhadas com demandas do mercado de trabalho.

Garantir que as crianças com deficiência recebam educação de qualidade em um ambiente inclusivo, oportunizando o desenvolvimento de suas potencialidades para alcance de sua autonomia

  • Eliminar barreiras à educação inclusiva e transformar a escola em um espaço para todos;
  • Democratizar o acesso à tecnologia assistiva para remoção das barreiras ambientais que impedem a promoção de autonomia e maior qualidade de vida.

Proporcionar às pessoas com deficiência o convívio e o pertencimento ao território para reduzir desigualdades e efetivar a inclusão social

  • Efetivar a incorporação do conceito de acessibilidade no planejamento urbanístico e dos equipamentos públicos para eliminação das barreiras que impedem a inclusão e o convívio social da pessoa com deficiência;
  • Incentivar a adoção de soluções e boas práticas para a inclusão da pessoa com deficiência à vida comunitária.

Mobilizar a sociedade por meio de campanhas e ações informativas para mudar comportamentos e atitudes que geram barreiras à plena e efetiva inclusão da pessoa com deficiência

  • Dar visibilidade à pessoa com deficiência como sujeito integrante da sociedade que possui potencialidades, competências e plena condição de contribuir e participar da vida comunitária, desde que as condições para sua participação estejam asseguradas;
  • Erradicar o preconceito e a desinformação em relação às pessoas com deficiência, convidando a sociedade a rever conceitos, atitudes e comportamentos.

Território de todos

Acompanhamento de pessoas com deficiência intelectual no domicílio e em seu território na região Sudoeste, contribuindo para a inclusão social.


Igual

Adaptação no espaço físico do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos para oportunizar o acesso e a participação no serviço às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.


Oficina Locomover

Fase I (2018) – Implantação de uma oficina para manutenção e adaptação de meios auxiliares de locomoção (cadeiras de rodas e muletas).


Lab Inclusão 

Aumentar a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho, por meio de soluções para a pessoa com deficiência e para as empresas do município de Campinas e região.


Reveja seus conceitos

Campanha dedicada a informar a sociedade sobre o paradigma da inclusão, com o intuito de erradicar o preconceito e dar visibilidade à causa que trata da pessoa com deficiência efetiva e plenamente incluída na sociedade.


Mercado de trabalho

Inserir a pessoa com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) no mercado de trabalho. Adacamp – Associação para o Desenvolvimento dos Autistas de Campinas.


Promovendo: Nutrição, Segurança e Acessibilidade para a Pessoa com Deficiência Intelectual

Fomentar o desenvolvimento saudável, boa qualidade de vida; promover adaptação razoável e preservar a segurança dos alunos e usuários com deficiência intelectual.
Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais de Campinas – APAE Campinas


Reforma e ampliação dos exames audiométricos  

Ampliação e melhoria do atendimento nos exames audiométricos por meio da reforma e ampliação das salas. Apascamp – Associação dos Pais e Amigos dos Surdos de Campinas.


Aquisição de medicamentos

Garantir a compra dos medicamentos quimioterápicos para crianças e adolescentes que fazem tratamento no Boldrini. Centro Infantil Boldrini.


Desenvolvendo a autonomia

Habilitar e reabilitar as pessoas com deficiência visual para sua autonomia e inclusão social. Instituto Campineiro dos Cegos Trabalhadores. 


Plataforma inclusão – Do Cais para a Vida

Habilitar a pessoa com múltipla deficiência sensorial e com surdocegueira no espaço institucional e territorial, bem como sensibilizar a comunidade para inclusão. CAIS – Centro de Apoio e Integração do Surdocego e Múltiplo Deficiente.


Curso de informática profissionalizante

Capacitação de jovens com deficiência por meio de um curso profissionalizante de informática. Casa da Criança Paralítica.


Assessoria ao trabalho

Propiciar aos jovens e adultos com síndrome de Down/deficiência intelectual uma colocação ao mercado de trabalho com base na metodologia do Emprego Apoiado. CEESD.


Pessoa com deficiência – Musicalização e Cozinha terapêutica para a Construção da Autonomia

Otimizar a qualidade dos atendimentos com a elaboração de uma cozinha terapêutica, ambiente para musicalização e recursos de tecnologia assistiva. CEI – Centro Educacional Integrado Padre Santi Capriotti.


Inclusão de crianças com deficiência no Serviço de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos

Garantir a inclusão de usuários com deficiência no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de 6 a 14 anos e 11 meses. CEI – Centro Educacional Integrado Padre Santi Capriotti.


Ateliê de Artes

Favorecer contato das pessoas com deficiência intelectual às diversas linguagens artísticas como uma das vias de inclusão social, saúde mental e ocupação no processo de envelhecimento. Fundação Síndrome de Down.


Desenvolvimento da mobilidade como preparação para inserção no mercado de trabalho

Habilitar e reabilitar a pessoa com deficiência visual por meio de ações em orientação e mobilidade para posterior inclusão no mercado de trabalho. Instituto dos Cegos Trabalhadores.


Teatro e Música em Movimento

Proporcionar vivências lúdicas em arte educação para pessoa com deficiência intelectual. Instituto Norberto de Souza Pinto.


Atendimento terapêutico – Um olhar diferenciado

Oferecer atendimento nas áreas terapêuticas de forma efetiva para os alunos da OSC. Associação Pestalozzi de Campinas.


Atividade Física Adaptada – AFA

Propiciar o desenvolvimento na área psicomotora, nos aspectos cognitivos, sócio afetivos e sensoriais da criança cega ou com visão subnormal, por meio de atividades físicas de natação e judô. Pró Visão Sociedade Campineira de Atendimento ao Deficiente Visual.


Uma face para a vida

Proporcionar atendimento ambulatorial especializado às pessoas com deformidades craniofaciais e suas famílias, por meio do programa de residência médica. SOBRAPAR – Sociedade Brasileira de Pesquisa e Assistência para Reabilitação Crânio Facial.


Arte e Cidadania

Incluir a pessoa com deficiência no mercado de trabalho. SORRI Campinas.

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