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Acolhimento Afetivo2018-07-05T12:05:09+00:00

O Programa Acolhimento Afetivo é uma iniciativa da Fundação FEAC que investe no bem-estar e proteção das crianças, adolescentes, adultos e idosos em situação de acolhimento. Tem como objetivo garantir espaços de construção de identidade e cidadania plena, ampliando as redes individuais de vínculos familiares e sociais protetivos.

O acolhimento institucional é destinado a pessoas com vínculos – ou contatos – familiares rompidos ou fragilizados, que estejam em situação de risco pessoal e social, sendo oferecido em várias modalidades de atendimento.

Os investimentos do programa buscam incentivar que o acolhimento garanta espaços de construção de identidade que propiciem condições para o desenvolvimento integral dos acolhidos, respeitando a resiliência de cada um para lidar com as situações adversas já vividas.

O programa também incentiva e apoia estratégias inovadoras que potencializam o cuidado individualizado dos acolhidos. Estas estratégias podem fortalecer o trabalho desenvolvido pelas unidades de acolhimento, como por exemplo o Apadrinhamento Afetivo, que promove aos acolhidos vínculos afetivos seguros e duradouros com pessoas da comunidade dispostas a se tornarem padrinhos e madrinhas.

Assim como a modalidade de acolhimento em Famílias Acolhedoraspossibilitando às crianças na primeira infância (zero aos seis anos) um cuidado mais individualizado em ambiente familiar.

A Fundação FEAC apoiou em 2011 a implantação de casas lares como novas modalidades de acolhimento. Atuou ainda como articuladora da Campanha “Família Acolhedora” em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de Campinas/SP. Em 2017, os direitos desta Campanha foram doados ao Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) para utilização em escala nacional.

Garantir condições para um acolhimento institucional saudável, que favoreça o bem-estar físico e emocional dos acolhidos

  • Qualificar profissionais dos abrigos para atendimento das demandas cada vez mais complexas dos acolhidos;
  • Tornar efetivos os fluxos de atendimento aos adolescentes em acolhimento com agravos em saúde mental e uso abusivo de substâncias psicoativas.

Aprimorar estratégias que possibilitem aos acolhidos o desenvolvimento de uma vida autônoma e inserida na sociedade

  • Fomentar o acompanhamento efetivo da rede socioassistencial para que não haja novas violações de direitos e, consequentemente, nova necessidade de acolhimento;
  • Estruturar processos consistentes de desacolhimento dos jovens quando completam 18 anos.

Incentivar propostas e estratégias inovadoras de atendimento e cuidado aos acolhidos

  • Estimular as famílias acolhedoras para novos acolhimentos e fomentar para que mais famílias estejam disponíveis, ampliando o cuidado às crianças na primeira infância;
  • Sensibilizar a sociedade para possibilidades de apadrinhamento de crianças, adolescentes, adultos e idosos como forma de estabelecimento de relação de apoio durante e após o acolhimento.

Apoio Institucional às OSCs que executam o Acolhimento Institucional no âmbito da Assistência Social

Apoia 10 Organizações da Sociedade Civil executoras de acolhimento institucional e familiar que atendem crianças, adolescentes, adultos e idosos.


Trilhar

Assegurar a 40 adolescentes de 15 a 18 anos, que estejam em serviços de acolhimento institucional, o preparo e apoio necessários para o processo de transição da situação de acolhimento para a vida autônoma e inserida na sociedade.


Rede de Família Acolhedoras

Apoiar e fomentar uma rede de famílias acolhedoras para fortalecimento e troca de experiências entre elas, favorecendo novos acolhimentos para as crianças na primeira infância.


Abrigar (concluído)

Apoiar e fortalecer a rede de abrigos que acolhem crianças e adolescentes vítimas de variados tipos de violência.


Vivendo Abrigos (concluído)

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